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2026
CEARÁ – Empresa em Fortaleza é acusada de demitir 22 pessoas após eleição; juíza determina reintegração
O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação contra uma empresa de confecção de roupas em Fortaleza, por assédio eleitoral. Decisão tomada nesta quinta-feira, 29, por Manuela de Albuquerque Viana, juíza da 4ª Vara do Trabalho de Fortaleza, narra que o proprietário havia ameaçado funcionários antes do segundo turno e os demitido após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Atualização nesta sexta-feira, 30 de outubro: O proprietário da empresa alvo questionou a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Trabalho e destacou não ter demitido qualquer funcionário após as eleições. A matéria foi atualizada trazendo a manifestação do empresário.
O que ocorreu
Antes do dia do pleito, o patrão teria ameaçado demitir quem apoiasse um “determinado candidato”, depois teria ofendido os funcionários verbalmente. O nome do candidato não é explicitamente colocado na decisão.
Além das ofensas, o proprietário da empresa teria ordenado afixar um cartaz ofensivo num local de circulação da fábrica e, na segunda-feira, 26, teria realizado uma reunião para demitir pelo menos 22 empregados, com motivação política e tom de intimidação. O número do processo é ACPCiv 0001693-79.2026.5.07.0004.
Até o momento, a empresa não se pronunciou em suas redes sociais. O POVO entrou em contato, mas não foi atendido. A matéria será atualizada com resposta.
Fonte: O POVO
Postado por Bené Fernandes







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