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2026
BRASIL – Pressionado pelo PT e pelo Planalto, Jaques Wagner deixa liderança do Governo Lula no Senado
Sob forte pressão de integrantes do PT e de aliados do Palácio do Planalto, o senador Jaques Wagner (PT-BA) renunciou, nesta quarta-feira (24), ao cargo de líder do Governo Lula no Senado. A saída ocorre seis dias após o parlamentar ter sido alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal.
A decisão foi tomada após reunião entre Wagner e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio da Alvorada. Durante o encontro, o senador reiterou que nunca atuou no Congresso para beneficiar interesses do Banco Master, afirmou sentir-se “injustiçado”, mas disse não querer que o episódio prejudique a campanha de reeleição do presidente.
A sucessão no posto ainda não está definida. Nos bastidores, os nomes mais cotados para assumir a liderança do governo são os dos senadores Camilo Santana (PT-CE) e Teresa Leitão (PT-PE).
Lula esperava que Wagner tomasse a iniciativa de se afastar, evitando o desgaste político de demitir um dos seus aliados mais próximos, com quem mantém relação de amizade há mais de quatro décadas. Embora resistisse à saída, sob o argumento de que deixar o cargo poderia ser interpretado como admissão de culpa, Wagner acabou cedendo diante da avaliação de que sua permanência já produzia reflexos negativos para o governo.
Dirigentes petistas intensificaram as articulações nas últimas horas para convencer o senador a deixar a função, sustentando o discurso de que o afastamento seria necessário para que ele pudesse concentrar esforços na própria defesa.
Após a reunião com Lula, Wagner confirmou a decisão em publicação nas redes sociais.
“Acabei de ter uma ótima reunião com o presidente Lula, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no Senado Federal”, escreveu.
Na mesma mensagem, o senador afirmou que sua prioridade será provar sua inocência e atuar nas campanhas eleitorais do PT na Bahia.
“Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado”, destacou.
EM TEMPO
No PT é diferente. Aqui não se passa pano, quando o político erra. Seria bom que o PL que representa o povo que prega “deus, pátria, família, fizesse o mesmo com a ruma de ladrões que estão sendo punidos e investigados em casos de corrupção, a exemplo do Flávio Rachadinha e de muitos outros políticos do Partido do Waldemar da Costa Neto. Chama os outros de ladrão é fácil, difícil é olha para o próprio rabo.
Fonte: Ceará Agora
Postado por Bené Fernandes







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